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(11/11/2015)
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Subjectivity: founding myths, culture, identification and idealization.

When such violent acting outs occur, apparently detached from the personal history and pretty much non-sense, we think it is not about something forgotten (repressed) in the psyche that is outlined to reality. It is about something more radical, a real splitting, a division in which the affect simply cannot be hold to anything in the psyche. The affect cannot be linked to any representation, to the symbolic references already built, therefore it stands aside in the psyche and explodes in a violent act.

As different psychoanalysts affirm nowadays, in absolute agreement with contemporary philosophers and sociologists, it is possible to postulate that today we are living a crisis in the transmission of values and symbolic references that are crucial to the psyche sustaining and to common life. The symbolic supports serve up as a base to the working through of situations related to Men founding issues: sexuality, death, union, separation, affiliation, kinship, etc. For an example, they are transmitted through the myths about our origins, our forefathers, social projects in common (utopias) or symbolic marks that denotes the belonging to a group.



Violências contemporâneas: de súbito, o ato. (Parte II)

Subjetividade: mitos fundadores, cultura, identificação e ideal.


Quando ocorre uma passagem ao ato tão violenta, descolada da história pessoal e bastante sem sentido, pensamos que não se trata de algo esquecido (recalcado) no psiquismo e que ganha contornos na realidade. Trata-se de algo mais radical, uma verdadeira clivagem, uma separação na qual o afeto simplesmente não tem em que se "agarrar" no psiquismo. O afeto não consegue ligar-se à nenhuma representação, aos referenciais simbólicos já constituídos, portanto fica forçosamente deixado de lado e explode em ato.

Tal como afirmam diferentes psicanalistas hoje, em franco acordo com filósofos e sociólogos contemporâneos, é possível postularmos que na contemporaneidade vivemos uma crise na transmissão de valores e referenciais simbólicos que são fundamentais para a sustentação do psiquismo e da vida em comum. Os suportes simbólicos servem como base para a elaboração de situações relacionadas às temáticas fundantes do ser humano: sexualidade, morte, união, separação, filiação, parentesco, etc. Eles são transmitidos, por exemplo, através de mitos sobre nossas origens, nossos antepassados, projetos sociais em comum (utopias), ou marcas simbólicas que denotem o pertencimento a um grupo....





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