A A A A
11/15/2018, 07:40, Vienna  DEUTSCH / ENGLISH




Keep me logged in



Leading articles


THE VIENNA PSYCHOANALYST wants to give not only already internationally established psychoanalysts, but also still unknown psychoanalysts the opportunity to post a self-written and not yet published article on the FrontPage of our online magazine!

Our Users then can leave comments, ask questions or discuss the articles in our forum. Our aim is to provide an international platform where for the first time anyone interested in psychoanalysis can exchange ideas on certain topics.
Articles are welcome in German and/ or English.

If you are interested, please send your article to
leadingarticle@theviennapsychoanalyst.at


(For reasons of readability, the male form is used with personal names, however the female form is also always intended.)

Youngsters who cut themselves

Author: Bruno Mangolini et al.

(02/17/2016)

It is becoming common the search of professional help to take care of young people who have deliberately caused cuts on themselves. They are usually – but not exclusively - girls, teens, with cuts on their wrists, arms and even on their faces, brought by parents who are terrified by the scene and do not know what to do.

Besides the cuts, the presence of symptoms such as anorexia and bulimia are common, and some subjective characteristics, such as isolation, the need to call attention and the feeling of being misunderstood. Often, these youngsters have no mood to go to school,  no appetite and they don´t like to hang around with friends. These characteristics are very common and relevant in adolescence, but in these cases they appear on an exaggerated form and are often perceived as a depression.



JOVENS QUE SE CORTAM


É cada vez mais frequente a procura por ajuda profissional, geralmente solicitada pelos familiares, para o atendimento de casos em que jovens têm deliberadamente provocado cortes em seus pulsos, braços e até nos rostos. Geralmente são meninas, adolescentes, trazidas pelos pais, que ficam aterrorizados com a cena e não sabem o que fazer.

Além dos cortes, a presença de sintomas como anorexia e bulimia são comuns, além de algumas características subjetivas, como o isolamento, a necessidade de chamar a atenção e a sensação de ser incompreendida. É comum não haver ânimo para ir à escola, não ter apetite e não ter vontade de sair de casa. Questões muito presentes e pertinentes na adolescência, mas que nestes casos aparecem de forma exacerbada e é muitas vezes percebida como uma depressão. >> continue


IN CONVERSATION WITH

Author: BRUNO BENNDORF MANGOLINI / DWP

(02/10/2016)

In our interview series "in conversation with“, we will briefly present the authors of the leading articles. We want to give our users the opportunity to read the leading article from a different point of view.


This week we are very glad to welcome Bruno Benndorf Mangolini from São Paulo, Brazil:

2016/2017: Master´s degree in clinical psychology at the core of subjectivity (PUC-SP)
2013/2014: Post graduation in Health Management (UNIFESP)
2009/2011: Post graduation in Psychopathology & Public Health (USP) 
2003/2007: Graduate and bachelor´s degree in psychology (PUC- SP)
Groups:
Spinoza Study Group (2010-2011)
Deleuze Study Group (2008-2010)
Lacan Study Group (2005-2009)
Professional experience:
Private office: conducts psychotherapeutic treatments in children, adolescents and adults (since 2011).
Public Health: seven years dedicated to public health, working in primary care and services for people with severe mental disorders (children and adults).
Clinic Maia - Brazilian System of Mental Health
Coordinator of the group of drug addicts and patients with mental disorders using psychodrama and operating group. Creation and implementation of the "Caring Project of caregivers, along with the nurses and staff of cleaning and maintenance. Supervision: Marcia Baptista and Antonio Lancetti - 880 hours
(08/2005 - 12/2007)
Languages:  Portuguese, English and Spanish.


2016/2017: Mestrando em Psicologia Clínica no núcleo de subjetividade (PUC-SP)
2013/2014: Especialista em Gestão em Saúde (UNIFESP)
2009/2011: Especialista em Psicopatologia e Saúde Pública (USP) 
2003/2007: Graduação e Bacharelado em Psicologia (PUC- SP)
Grupo de Estudo de Espinosa: participou de grupo de estudos baseado na obra de Baruch de Espinosa (2010-2011)
Grupo de Estudo de Deleuze: participou de grupo de estudos baseado na obra de Gilles Deleuze (2008-2010)
Grupo de Estudo de Lacan: participou de grupo de estudos baseado na obra de Jacques Lacan (2005-2009)
Experiência Profissional
Consultório particular: realiza tratamentos psicoterapêuticos com crianças, adolescentes e adultos (desde 2011).
Saúde Pública: sete anos dedicados à saúde pública, trabalhando em atenção primária e serviços para pessoas com transtornos mentais graves (adultos e crianças)
Clínica Maia (private Clinic)
Coordenador de grupos com dependents químicos e pacientes com transtornos mentais, utilizando psicodrama e grupos operacionais. Criação e implantação do projeto “Cuidando dos Cuidadores”, com enfermeiros e equipes de limpeza e manutenção. Supervisão: Marcia Baptista and Antonio Lancetti - 880 horas.
Línguas: Português, Inglês e Espanhol. >> continue


(11/11/2015)

Subjectivity: founding myths, culture, identification and idealization.

When such violent acting outs occur, apparently detached from the personal history and pretty much non-sense, we think it is not about something forgotten (repressed) in the psyche that is outlined to reality. It is about something more radical, a real splitting, a division in which the affect simply cannot be hold to anything in the psyche. The affect cannot be linked to any representation, to the symbolic references already built, therefore it stands aside in the psyche and explodes in a violent act.

As different psychoanalysts affirm nowadays, in absolute agreement with contemporary philosophers and sociologists, it is possible to postulate that today we are living a crisis in the transmission of values and symbolic references that are crucial to the psyche sustaining and to common life. The symbolic supports serve up as a base to the working through of situations related to Men founding issues: sexuality, death, union, separation, affiliation, kinship, etc. For an example, they are transmitted through the myths about our origins, our forefathers, social projects in common (utopias) or symbolic marks that denotes the belonging to a group.



Violências contemporâneas: de súbito, o ato. (Parte II)

Subjetividade: mitos fundadores, cultura, identificação e ideal.


Quando ocorre uma passagem ao ato tão violenta, descolada da história pessoal e bastante sem sentido, pensamos que não se trata de algo esquecido (recalcado) no psiquismo e que ganha contornos na realidade. Trata-se de algo mais radical, uma verdadeira clivagem, uma separação na qual o afeto simplesmente não tem em que se "agarrar" no psiquismo. O afeto não consegue ligar-se à nenhuma representação, aos referenciais simbólicos já constituídos, portanto fica forçosamente deixado de lado e explode em ato.

Tal como afirmam diferentes psicanalistas hoje, em franco acordo com filósofos e sociólogos contemporâneos, é possível postularmos que na contemporaneidade vivemos uma crise na transmissão de valores e referenciais simbólicos que são fundamentais para a sustentação do psiquismo e da vida em comum. Os suportes simbólicos servem como base para a elaboração de situações relacionadas às temáticas fundantes do ser humano: sexualidade, morte, união, separação, filiação, parentesco, etc. Eles são transmitidos, por exemplo, através de mitos sobre nossas origens, nossos antepassados, projetos sociais em comum (utopias), ou marcas simbólicas que denotem o pertencimento a um grupo. >> continue




(11/04/2015)

Lately we have astoundingly followed a series of violent acts all over our country: Brazil. We refer to violence as aggressions, beatings and murders, as well as extremely offensive words and gestures. The scenes occurred at soccer stadiums, Carnival marches, city common spaces or even inside family household apartments, with apparently favorable social and emotional conditions.

We think it is not necessary to explain each of those violence news, considering the already exaggerated media covering. Besides the shocking factor, those violent acts push us to seek information and share it with our partners. United or by ourselves we perform a psyche work attempting to find representations, in other words, reasons that could justify phenomena that are more similar to movies or nightmares, instead of reality itself. In general, it takes us a few weeks to "forget" that kind of news, except when we are the direct trauma victim, requiring, in that case, a long and laborious elaboration process.



Violências contemporâneas: de súbito, o ato. (Parte I)

Nas últimas semanas, acompanhamos com espanto uma série de atos violentos ao redor do país. Nos referimos à violência tanto no que diz respeito a agressões, espancamentos e assassinatos, como também a palavras e gestos extremamente ofensivos. As cenas ocorreram em campos de futebol, blocos de carnaval, nos espaços comuns da cidade, ou mesmo dentro de apartamentos habitados por famílias de condições sociais e emocionais aparentemente favoráveis.

Pensamos que não cabe aqui recapitular cada uma dessas notícias, já que todos tivemos acesso a elas; além da mídia explorá-las amplamente, o fator chocante presente em todos esses atos de violência nos impele a buscar essas informações e comentá-las com nossos pares. Sozinhos ou coletivamente realizamos um trabalho psíquico na tentativa de encontrar representações,  ou seja, encontrar razões que justifiquem fenômenos que mais se parecem com filmes ou pesadelos do que com a realidade propriamente dita. Em geral, demoramos algumas semanas para esquecê-los – isso quando não somos nós mesmos as vítimas diretas do trauma, pois nesse caso a exigência de elaboração torna-se muito mais demorada e trabalhosa. >> continue




IN CONVERSATION WITH

Author: BRUNO ESPOSITO / DWP

(10/28/2015)

In our interview series "in conversation with“, we will briefly present the authors of the leading articles. We want to give our users the opportunity to read the leading article from a different point of view.


This week we are very glad to welcome Bruno Esposito from São Paulo, Brazil:

Training and professional experience:
Psychoanalyst at personal office (since 2011), working with child, young and adult patients, at São Paulo (Brazil).
Co-founder of Conexões Clínicas (www.conexoesclinicas.com.br), brazilian website about psychoanalysis and mental health.
Group psychologist at Projetos Terapêuticos (since 2014): Private mental health institution attending patients under psychosocial rehabilitation and its families.
CRIA/UNIFESP (since 2012): Psychologist at the Child and Young Reference Center of the Federal University of São Paulo (Brazil). Individual, family and group psychoterapist.
CAPS (from 2010 to 2012): Psychologist at a Psychosocial Attention Center (public service guided for severe mental disorders). Individual, Family and group psychoterapist.
Sedes Sapientiae Institut (from 2011 to 2015): Psychoanalysis Training.
DMPS/UNICAMP (from 2009 to 2010): Multidisciplinary Residence Program in “Mental Health and Collective Health” at State University of Campinas.
PUC/SP (from 2004 to 2008): graduation and Bachelor in psychology at Catholic University of São Paulo.


Experiência formativa e profissional:
Psicanalista em consultório particular (desde 2011), atendendo crianças, adolescentes e adultos na cidade de São Paulo (Brasil).
Co-fundador do Conexões Clínicas (www.conexoesclinicas.com.br), website brasileiro de psicanálise e saúde mental.
Projetos Terapêuticos (desde 2014): Psicólogo de grupo desta Instituição privada destinada ao atendimento de pacientes em reabilitação psicossocial e suas famílias.
CRIA/UNIFESP (desde 2012): Psicólogo do Centro de Referência da Infância e da Adolescência da Universidade Federal de São Paulo. Terapeuta individual, de família e de grupo.
CAPS (de 2010 a 2012): Psicólogo de um Centro de Atenção Psicossocial (serviço público de atendimento a pacientes portadores de transtornos mentais graves). Terapeuta individual, de grupo, de família e acompanhante terapêutico.
Instituto Sedes Sapientiae (de 2011 a 2015): Formação em Psicanálise.
DMPS/UNICAMP (de 2009 a 2010): Residência multiprofissional em “Saúde Mental e Saúde Coletiva” no Departamento de Medicina Preventiva e Social da Universidade Estadual de Campinas.
PUC/SP (de 2004 a 2008): Graduação e bacharelado em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. >> continue


(07/29/2015)


“The deepest thing in a man is his skin"
Paul Valery
 

Did you know that the skin is the largest organ of the body, reaching around 18.000cm² of surface? That it is one of the first organs to develop in the fetus - somewhere around the 2nd and 3rd month of pregnancy - which denotes its extreme importance for our survival? Did you also know that the skin and the brain come from the same embryonic structure, the ectoderm?

It´s on the skin that we feel pain and pleasure. With the skin we have the experience of a touch - our first and primary sense - allowing us to get to know the world and ourselves, through successive experiences and discrimination, such as the pleasure of a heat and the pain of a burn. The skin performs many other vital functions without our perception, sustaining and protecting our body, breathing, sweating, and has a decisive role in sexuality.

From a broader point of view, we notice that the importance of the skin goes way beyond the body. It represents a way of communication, individual and collective values, either through scars, tattoos or props; similarly, the current language uses the skin permanently as a metaphor, when we say, for example: "comfortable in my own skin," "get under someone’s skin", "have a thick skin," among many others.


A Pele na formação da subjetividade

Você sabia que a pele é o maior órgão do corpo, alcançando em torno de 18.000cm² de superfície? Que ela é um dos primeiros órgãos a se desenvolver no feto - algo em torno do 2º e 3º mês de gestação - o que denota sua extrema importância em nossa sobrevivência? Que pele e cérebro provém da mesma estrutura embriológica, o ectoderma? Que a pele, inclusive, está absolutamente irrigada de terminações nervosas, portanto em contato direto com o cérebro?

É na pele que sentimos dor e prazer. Através dela temos a experiência do tato - nosso primeiro e principal sentido -, permitindo-nos conhecer o mundo e a nós mesmos, através de sucessivas experiências e discriminações, como por exemplo entre o prazer de um calor e a dor de uma queimadura. A pele realiza outras inúmeras funções vitais, sem que tenhamos essa percepção corriqueiramente, sustentando e protegendo nosso corpo, respirando, transpirando, além de ter um papel decisivo na sexualidade.

De um ponto de vista mais amplo, podemos constatar a importância da pele para além do organismo. Ela representa um meio de comunicação de marcas e valores individuais e coletivos, seja através de cicatrizes, tatuagens ou adereços; da mesma maneira, a linguagem corrente utiliza a pele permanentemente como metáfora, quando dizemos, por exemplo: "sentir na pele", "se pôr na pele do outro", "fulano é casca grossa", dentre muitas outras.
>> continue


IN CONVERSATION WITH

Author: TOMÁS MORAES ABREU BONOMI / DWP

(07/22/2015)

In our interview series "in conversation with“, we will briefly present the authors of the leading articles. We want to give our users the opportunity to read the leading article from a different point of view.


This week we are very glad to welcome Tomás Moraes Abreu Bonomi:

2013/2015: Master´s degree in clinical psychology at the core of psychoanalysis. PUC-SP, Brazil
2005/2009: Graduate and bachelor´s degree in psychology from PUC- SP, Brazil
Publications: BONOMI, T; LOTUFO, F. Psychopathology at the comics books. Psychiatry journal Clinical V. 37 N. (6): 291-295 . 2010 .
Professional experience:
Private office: Conducts psychoanalytical private care in children, adolescents and adults. (since 2011)
The House Institute: Part of a team of therapeutic companions and clinical care givers. (Since 2011)
Community IPÊ: Institution of hospital specializing in addiction.
On call duty for 24 hours weekly and responsible psychologist. (02-05 of 2011)
Le Courtil : Institution in Belgium that welcomes children and psychotic adolescents.
Participated in the general framework proposed by the clinic that includes therapeutic groups, individual activities, therapeutic monitoring, clinical conferences and theoretical seminars psychoanalytic . Weekly supervision by Philippe Bouillot ( 05-09 , 2010)
DERDIC- Division rehabilitation education and communication disorders
Children attended and participated in seminars and discussions on the clinical symptoms of children with speech and language disorders with the supervisor Sandra Pavone (02-11, 2009)
Clinic Maia - Brazilian System of Mental Health
Coordinator of the group of drug addicts and patients with mental disorders using psychodrama and operating group. Creation and implementation of the "Caring” Project of caregivers, along with the nurses and staff of cleaning and maintenance. Supervision: Marcia Baptista and Antonio Lancetti - 880 hours (10/2005 - 12/2007 )
Groups:
Lacan Study Group
Freud Study Group
Analysis:
Analytic psychoterapy with André Pinheiro (2002-2008) – Once a week
Psychoanalysis with Beatriz Oliveira (2009) -  twice a week.
Psychoanalysis with Luiz Carlos Menezes (2011-2014) – twice a week.
Languages: Portuguese, English and French.


2013/2015: Mestrado em psicologia clínica no núcleo de psicanálise. PUC-Sao Paulo
2005/2009: Graduação e bacharelado em psicologia pela PUC-Sao Paulo
Publicações: BONOMI, T; LOTUFO, F. Psicopatologia nas Histórias em Quadrinhas. Revista de Psiquiatria Clínica V. 37 N. (6): 291-295. 2010. >> continue



Sigmund Freud Museum SFU Belvedere 21er haus stuhleck kunsthalle
warda network orange